“Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.”Thiago,3/17

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” João – 15:7

quinta-feira, 8 de abril de 2021

quinta-feira, 18 de março de 2021

sábado, 27 de fevereiro de 2021

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

TODOS NÓS

Emmanuel

Da beneficência somos todos necessitados.

Os mais fortes requisitam apoio, a fim de que se lhes acentue a  resistência.

Os mais fracos esperam auxílio para que não desfaleçam.

Os mais cultos precisam de esclarecimento, de modo que a vaidade não lhes ensombre a cabeça.

Os ignorantes solicitam o amparo de quem lhes ministre a instrução.

Os doentes aguardam a enfermagem de quem os medique.

Os sãos reclamam o concurso de quem lhes recorde o cuidado preciso para que não adoeçam.

A solidariedade é de lei da vida.

Por isso mesmo, a nosso ver, a caridade não é somente uma virtude simples, mas também uma instituição universal.

Livro: Luz e Vida
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

sexta-feira, 1 de maio de 2020

ANTE A LUZ DA VERDADE

       “Conhecereis a verdade e a verda­de vos libertará.” — Jesus. (JOÃO, capítulo 8, versículo 32.)

       A palavra do Mestre é clara e segura.
Não seremos libertados pelos “aspectos da ver­dade” ou pelas “verdades provisórias” de que seja­mos detentores no círculo das afirmações apaixona­das a que nos inclinemos.
Muitos, em política, filosofia, ciência e religião, se afeiçoam a certos ângulos da verdade e transfor­mam a própria vida numa trincheira de luta desespe­rada, a pretexto de defendê-la, quando não passam de prisioneiros do “ponto de vista”.
Muitos aceitam a verdade, estendem-lhe as li­ções, advogam-lhe a causa e proclamam-lhe os mé­ritos, entretanto, a verdade libertadora é aquela que conhecemos na atividade incessante do Eterno Bem.
Penetrá-la é compreender as obrigações que nos competem.
Discerni-la é renovar o próprio entendimento e converter a existência num campo de responsabili­dade para com o melhor.
Só existe verdadeira liberdade na submissão ao dever fielmente cumprido.
Conhecer, portanto, a verdade é perceber o sen­tido da vida.
E perceber o sentido da vida é crescer em ser­viço e burilamento constantes.
Observa, desse modo, a tua posição diante da Luz...
Quem apenas vislumbra a glória ofuscante da realidade, fala muito e age menos. Quem, todavia, lhe penetra a grandeza indefinível, age mais e fala menos.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

terça-feira, 16 de outubro de 2018

A humildade deve ser uma meta a ser alcançada por todo o seguidor da filosofia espírita. Deve fazer parte constante da busca do indivíduo pelo desenvolvimento das virtudes ínsitas em seu mundo íntimo.
Em todas as atividades que tomar parte, na família, no trabalho, na sociedade, e até mesmo nas atividades de cunho religioso, também deve o discípulo de Jesus evitar alarde, sensacionalismo, demonstrações públicas pretensiosas ou métodos de ação suscetíveis de perturbar a tranquilidade alheia, agindo de forma respeitosa, simples e ordeira.
Nas atividades espíritas doutrinárias, usar de compreensão e temperança diante daqueles que não conseguem compreender a mensagem esclarecedora e libertadora contida nos postulados espíritas, respeitando a todos sem depreciar crenças ou sentimentos.  Os ignorantes da verdade são os que mais precisam de nossa compreensão e ajuda.
Promover e incentivar o relacionamento fraterno entre as pessoas independentemente de suas opções religiosas, nas reuniões sociais, com a promoção de eventos para essa finalidade, colaborando para a pacificação e o bom relacionamento entre os irmãos de crenças diferentes da nossa, contribuindo para a permuta de experiências positivas e trabalhando para o progresso de toda a comunidade.
Evitar discussão sobre temas polêmicos e sem proveito para o bom convívio, buscando transmitir sempre e com fidelidade as lições hauridas do Consolador, de maneira clara, simples e objetiva, para que seja facilmente absorvida por todos aqueles que ainda não tenham maiores conhecimento dos princípios espíritas, através das atitudes exemplares de equilíbrio e dignidade.
“O sorriso espontâneo é uma bênção atraindo outras bênçãos.
Servir, além do próprio dever, não é bajular e sim ganhar segurança.
Cada pessoa a quem você preste auxílio, é mais uma chave na solução de seus problemas.
É natural que você faça invejosos, mas não inimigos.
Cada boa ação que você pratica é uma luz que você acende em torno dos próprios passos.
Quem fala menos ouve melhor e quem ouve melhor aprende mais.”  (1)
Falar menos e agir mais, evitando sempre desviar das finalidades primordiais das propostas contidas no Evangelho de Jesus sobre o progresso moral espiritual do Ser imortal que somos, alertando ao aprendiz que as coisas materiais embora essenciais em nosso atual estágio não podem ter mais importância para nós que as relacionadas à nossa finalidade de pureza e felicidade às quais estamos destinados.
Usar de prudência quando utilizar expressões verbais que indiquem hábitos, práticas, ideias políticas, sociais ou religiosas contrárias ao pensamento espírita, quais sejam sorte, acaso, sobrenatural, milagre e outras, agindo em qualquer circunstância, com calma e compreensão esclarecendo a todos com paciência e seriedade sobre o entendimento da doutrina espírita em relação aos assuntos citados.
Atentar para o fato de que não podemos ter pressa, nem demonstrar qualquer atitude de ansiedade ou intolerância no tocante à modificação imediata do ponto de vista dos companheiros, isto porque, nem todos estão no mesmo nível de compreensão e entendimento e, por isso mesmo, é necessário nos mantermos calmos e convictos de que o desenvolvimento da fé em qualquer indivíduo é fruto de trabalho de paciência.
Urge trabalhemos incansavelmente na divulgação da mensagem cristã, mas não nos é lícito esquecer que a principal propaganda do nosso trabalho é exatamente aquela que demonstramos em nossos atos, comprovando, dessa forma, que falamos de algo que já nos preocupamos em praticar, a nossa urgente e inadiável reforma íntima, fundamentada nos ensinos e exemplos daquele que representa para nós o Modelo e Guia a ser seguido.
Referência:(1) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito André Luiz – Livro: Sinal Verde, cap. 39.
Francisco Rebouças

sexta-feira, 16 de março de 2018

Aprendamos com Jesus

“Suportando-vos  uns  aos  outros  e  perdoando-vos  uns aos outros, se algum tiver queixa; assim como o Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.” – Paulo. (Colossenses, 3:13.) 

É impossível qualquer ação de conjunto, sem base natolerância. 
Aprendamos com o Cristo. 
O  Homem  identifica  no  próprio  corpo  a  lei  da  cooperação, sem a qual não permaneceria na Terra. 
Se o estômago não suportasse as extravagâncias da boca, se as mãos não obedecessem aos impulsos da mente, se os pés não tolerassem o peso da máquina orgânica, a harmonia física resultaria de todo impraticável. 
A queixa desfigura a dignidade do trabalho, retardando-lhe a execução. 
Indispensável  cultivar  a  renúncia  aos  pequenos  desejos  que nos  são  peculiares,  a fim  de  conquistarmos  a  capacidade  de sacrifício, que nos estruturará a sublimação em mais altos níveis. 
Para que o trabalho nos eleve, precisamos elevá-lo.
Para  que  a  tarefa  nos  ajude,  é  imprescindível  nos  disponhamos a ajudá-la. 
Recordemos que o supremo orientador das equipes de serviço cristão  é  sempre  Jesus.  Dentro  delas,  a  nossa  oportunidade  de algo fazer constitui só por si valioso prêmio. 
Esqueçamo-nos, assim, de todo o mal, para construirmos todo o bem ao nosso alcance. 
E, para que possamos agir nessas normas, é imperioso suportar-nos  como  irmãos, aprendendo  com  o  Senhor,  que  nos  tem tolerado infinitamente.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

quinta-feira, 15 de junho de 2017

VOCÊ E OS OUTROS

Amigo, atendamos ao apelo da fraternidade.
Abra a própria alma às manifestações generosas para com todos os seres, sem trancar-se na torre de falsas situações, à frente do mundo.
A pretexto de viver com dignidade, não caminhe indiferente ao passo dos outros.
Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão.
Evite a circunspeção constante e a tristeza sistemática que geram a frieza e sufocam a simpatia.
Não menospreze a pessoa mal vestida nem a pessoa bem posta.
Não crie exceções na gentileza, para com o companheiro menos experiente ou menos educado, nem humilhe aquele que atenta contra a gramática.
Não deixe meses, sem visitar e falar aos irmãos menos favorecidos, como quem lhes ignora os sofrimentos.
Não condiciones as relações com os outros ao paletó e à gravata, às unhas esmaltadas e aos sapatos brilhantes, que possam mostrar.
Não se escravize a títulos convencionais nem amplie as exigências da sua posição em sociedade.
Dê atenção a quem lhe peça, sem criar empecilhos.
Trave conhecimento com os vizinhos, sem solenidade e sem propósitos de superioridade.
Faça amizades desinteressadamente.
Aceite o favor espontâneo e preste serviço, também sem pensar em remuneração.
Saiba viver com todos, para que o orgulho não lhe solape o equilíbrio.
Quem se encastela na própria personalidade é assim como o poço de água parada, que envenena a si mesmo.
Seja comunicativo.
Sorria à criança.
Cumprimente o velhinho.
Converse com o doente.
Liberte o próprio coração, destruído as barreiras de conhecimento e fé, título e tradição, vestimenta e classe social, existentes entre você e as criaturas e a felicidade, que você fizer para os outros, será luz da felicidade sempre maior, brilhando em seu caminho.

Livro: Apostilas da Vida
Chico Xavier/André Luiz

Francisco Rebouças