"Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea". Livro dos Médiuns, Cap. XX - Item 230.
“Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.”Thiago,3/17
“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” João – 15:7
quinta-feira, 24 de março de 2022
quarta-feira, 23 de março de 2022
quinta-feira, 17 de março de 2022
terça-feira, 15 de março de 2022
quinta-feira, 10 de março de 2022
segunda-feira, 7 de março de 2022
OBSESSÃO E JESUS
A ideia enfermiça, sem contornos definidos alcança os paineis mentais, sutilmente.
Aceita, desenvolve características, apresenta-se com maior riqueza de detalhes, estabelece o contato através do qual se originam as penosas fixações, lamentáveis quão perniciosas...
Se recusada, apaga-se em névoa diluente para repetir-se com maior intensidade até alcançar correspondente vibratório na mente receptora, que passa, a largo prazo, a submeter-se ao impositivo que termina por dominar..
A obsessão é enfermidade generalizada, que grassa entre os homens, em decorrência do comércio psíquico, infeliz quão desesperador.
Desde que o agente obsessivo é persistente no plano negativo a que se afervora, este muda de técnica toda vez que repudiado, mantendo rigoroso cerco em torno de quem lhe padece a influência, até dobrar a vontade resistente, caso-esta não se fortaleça nos valores morais e espirituais que constituem defesa e vitalidade contra essa terrível chaga devastadora.
Mentes viciadas com mais facilidade aceitam as sugestões morbíficas que lhes são insufladas dentro do campo em que melhor se expressam: desconfiança, ciúme, ódio, desvario sexual, dependência alcoólica ou toxicômana, gula, maledicência...
Temperamentos arredios, suspeitosos, são mais acessíveis em razão de melhor agasalharem as induções equivalentes, que se lhes associam em forma de perfeita sintonia.
Caracteres violentos, apaixonados, mais fortemente se fazem maleáveis em decorrência do espírito rebelde que nesse corpo habita, dissimulando as chispas que lhes acendem as labaredas do incêndio interior, a exteriorizar-se como fogareis destruidores...
Personalidades ociosas são mais susceptíveis em razão da mente vazia sempre acolher o que lhe apraz, deixando-se conduzir pela personalidade dos seus afins desencarnados.
Desnecessário reafirmar que, não apenas além- da-morte, se encontram os perturbadores, desde que a obsessão campeia, igualmente, entre os transeuntes do corpo, obedecendo aó mesmo processo de sintonia mental, por cultivo das mesmas paixões inferiores.
*
A ação do pensamento otimista e sadiamente opérante; o labor fraternal de solidariedade; a preocupação edificante em favor do próximo; os serviços humí- limos ou grandiosos a benefício dos outros; o interesse honesto pelo bem-estar alheio constituem a terapia preventiva quanto curadora contra a obsessão.
A prece o hábito de orar —, gerando um clima de paz; a leitura elevada, que cria clichês psíquicos superiores; a meditação em torno das questões enobre- cedoras da vida; o diálogo edificante impedem qualquer intercâmbio perturbante, verdadeiros antídotos que se fazem à obsessão, por constituírem meios de elevação vibratória na qual não vigem as interferências maléficas, as parasitoses e as vampirizações prejudiciais que somente têm curso em faixas mentais semelhantes.
Ademais, o exercício de tais métodos libera qualquer tombado nas malhas apertadas da alienação obsessiva de perniciosos efeitos na Terra...
*
Na condição de Terapeuta Divino prescreveu Jesus, contra os flagelos da obsessão: “Fazer ao próximo somente o que desejar que este lhe faça”, porquanto, assim procedendo, o amor que nos dedicamos a nós mesmos, automaticamente se dilatará em relação ao nosso próximo, desfazendo as matrizes do mal que ainda se demoram fixadas em muitos dos seres que pululam em torno da Terra, ao mesmo tempo auxiliando-os a despertarem para Q bem e para a felicidade.
Livro: Alerta
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
quinta-feira, 3 de março de 2022
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022
quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
quarta-feira, 19 de janeiro de 2022
quinta-feira, 6 de janeiro de 2022
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
DIVALDO FRANCO
FELIZ ANO NOVO
Repete-se anualmente o comportamento de que o Ano Novo deve atender a todos os desejos que não foram realizados naquele que se está extinguindo.
Trata-se de um velho mecanismo do
ego em transferir para mais tarde tudo quanto a preguiça física e mental não
conseguiu realizar no momento adequado, como se posteriormente as condições se
apresentassem melhores do que as atuais.
Esse mau comportamento traz o
prejuízo de acumular deveres não cumpridos, o que se transforma em problema de
produtividade moral e espiritual.
O ser humano é o clímax da
evolução antropológica, no entanto, não se trata da etapa final do processo de
cres
cimento para Deus, que nos concede o infinito de aquisições para a auto
iluminação.
Toda atividade transferida é um
nó a ser desatado depois com menores possibilidades de o fazer, porquanto, é o
próprio indivíduo quem embaraça as excelentes possibilidades de desenvolvimento
ético-moral. Por isso, o maravilhoso mecanismo das reencarnações propicia a
realização do equilíbrio que foi desmantelado pela nossa negligência.
O novo ano trará os mesmos dias
com as próprias exigências, algumas delas graves, necessárias, no entanto, à
renovação do ser humano.
A todos nos cabe o dever de
aproveitar saudavelmente as maravilhosas concessões da existência, de modo que
a transformemos em um Evangelho de feitos em homenagem Àquele que nos facultou
entender o mecanismo da imortalidade, que é o momento mais maravilhoso do
existir.
Fosse a vida apenas o processo
biológico, sem significação seriam os dois bilhões e duzentos milhões de anos
que a Natureza gastou aprimorando as moléculas submarinas e produzindo o ser
humano, esse desbravador do Universo.
Ao terminar este ciclo
existencial, cabe-nos realizar um balanço daquilo que fizemos e programarmos
automaticamente as realizações que exigem emergência, facultando-nos os avanços
que a tecnologia nos vem proporcionando, mas, ao mesmo tempo, realizar a grande
vertical de natureza moral, especialmente nos relacionamentos humanos.
Somos a família universal
avançando para a plena felicidade que, por enquanto, ainda não temos uma ideia
perfeita de como é e de como produzi-la em nosso caminho.
Amar, eis a base; servir, como
caminho existencial; e perdoar, a fim de não colocar obstáculos pelo caminho.
São fáceis propostas das
doutrinas psicológicas no comportamento terapêutico, para curar todas as
doenças da alma e oferecer voos para mais altas conquistas.
Realizando esse esforço fraternal
de evolução moral, podemos, sim, propor ao próximo um feliz Ano Novo, em cujos
votos nos incluamos sem qualquer receio, porque encontramos o decantado e
clássico elixir de longa vida.
Jornal A Tarde -
Salvador/Bahia - 30/12/2021
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
domingo, 19 de dezembro de 2021
quinta-feira, 9 de dezembro de 2021
quarta-feira, 8 de dezembro de 2021
Ouve a Consciência
Ouve a consciência que te impele ao dever
e não te perturbes.
Serve e caminha.
Não podemos construir os mínimos tópicos
de alegria no próprio espírito, sem que nos rendamos com alegria ao trabalho
que nos compete.
Somos material inteligente nas mãos sábias
do Cristo. O Senhor, no entanto, não opera em nós através de constrangimento,
porque o Reino de Deus deve realmente surgir nos recessos de nossas próprias
almas.
Estuda os desafios que as circunstâncias
te lançam em rosto.
É possível que todas as opiniões em derredor
de ti se façam contrárias, entretanto, conserva a paciência e espera por Deus,
porque a opinião dos Mensageiros de Deus pode ser diferente.
Amar sem exigir compensação.
Colaborar para o bem nos lugares onde o
mal se nos afigure solidamente instalado.
Aguardar sempre o melhor, ainda mesmo nas
piores situações.
Todos somos obreiros do progresso.
Todos estamos endereçados à perfeição.
Livro: Caminho Iluminado
Chico Xavier/Emmanuel